*por Marco Fonseca, que foi Head de Operações da Locaweb durante 20 anos. É mentor ACE e consultor nas áreas de Gestão de Relacionamento, Operações e Produtos.

Depois de 20 anos atuando em uma das primeiras startups do país (isto é, quando esse termo ainda nem existia), percebi que era a hora de buscar um novo desafio. Desafio este, vinculado ao próprio mercado de startups ou do empreendedorismo. Desenvolver um trabalho de mentoria é necessário para que novas empresas consigam atingir suas metas, e evitem os problemas que podem inibir desenvolvimento, ou impedir o sucesso.

Mentoria não é consultoria. Mentoria não é terceirização de um setor da empresa. Mentoria não é aconselhamento. Mentoria é algo mais intangível. Ou melhor dizendo, é inspiração. Para que você inspire pessoas que são empreendedoras, você precisa inovar. Seja na metodologia aplicada para a solução de um problema, ou seja no discurso que reverte o sentimento de fracasso perante um obstáculo.

Depois de realizar esse trabalho com inúmeras empresas, de vários segmentos do mercado, posso dizer que o momento que essas empresas estão necessitam muito de uma orientação nesse sentido. Muitas vezes, os novos empreendedores entendem que para solucionar um problema, você tem que passar por A, B, C, etc… até atingir o objetivo.

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Porém, na grande maioria das vezes, o processo é muito simples, saindo de um ponto inicial, e chegando ao destino, talvez em um ou dois passos. Inovação é isso.

“Inovação é cometer a disruptura, é quebrar dogmas, é desafiar paradigmas, é esquecer pré-conceitos”.

MARCO FONSECA, MENTOR ACE E HEAD DE OPERAÇÕES DA LOCAWEB DURANTE 20 ANOS

A INOVAÇÃO NA MENTORIA

A inovação é essencial. Não é por acaso, que empresas de grande porte investem todos os anos em quantias cada vez maiores nesse setor – seja fomentando internamente setores vinculados à inovação ou adquirindo empresas que solucionam e agregam novos valores aos seus produtos e serviços. Nesse mundo competitivo, e onde novas ideias surgem a cada segundo, o foco cada vez mais, é o cliente. De nada adianta você criar um produto sensacional, com inúmeras funcionalidades, automações, comodidades e inteligência artificial, se ele não atende a expectativa do cliente.

Esse é o erro mais comum no empreendedorismo hoje. Já presenciei ideias brilhantes, com um certo nível de investimento financeiro aplicado, mas que não conseguiram florescer, pois não encontraram seu nicho no público consumidor.

A mentoria é imensamente facilitada quando o responsável pelo produto ou serviço consegue desenvolver a empatia pelo cliente. Resumindo, quando o responsável consegue se colocar no lugar da pessoa e tenta resolver o problema que aquela pessoa tem, tudo flui muito melhor.

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Empatia é um trabalho contínuo. É se colocar no lugar do outro, sentir os seus sentimentos, é se abrir para desenvolver um olhar diferenciado para o que é desafiador ou impeditivo para seu futuro cliente. Com isso, é possível construir uma rede de apoio, entre empresa e cliente; entre sociedade e pessoas. O sucesso de um produto ou serviço pode ser medido pelo sentimento do cliente. Quando esse produto sai da categoria de relevante para essencial, é possível medir se a sua ideia atingiu o objetivo ou não.

 

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