Chegou ao fim o 1º ciclo do Boost Lab, programa de aceleração do BTG que potencializa startups. A parceria é realizada entre a ACE e o Banco BTG Pactual.

Na terça-feira, 15/8, as startups participaram do Demo Day, último evento do programa de 5 meses, no qual apresentaram a evolução das suas operações e os resultados da parceria entre as scale-ups e o banco.

Para Frederico Pompeu, sócio do banco e responsável pelo programa de aceleração,  “esse é o momento de mostrar a efetividade do boost do BTG não só para as empresas, mas também para os empreendedores .

Empreendedores que quiserem aproveitar o apoio oferecido pela ACE e pelo BTG terão a oportunidade de participar da segunda turma do programa. As inscrições para a 2ª fase do Boost Lab vão até 24/8, próxima sexta-feira

 

O que fez o programa de aceleração do BTG ser tão especial?

Os empreendedores tiveram mentorias e aulas sobre máquina de vendas, marketing, inbound, outbound, modelos de investimento, questões jurídicas, governança, como fazer boards, como lidar com investidores, entre diversas outras temáticas que são pontos-chave na aceleração de startups.

Para Victor Navarrete, Head de Inovação da ACE,  “apesar do BTG ter uma área de Digital, foi uma oportunidade importante para aprenderem sobre as dores e delícias de trabalhar com startups” .

O programa, que é considerado um laboratório, ganhou ainda mais força quando sócios do banco passaram a participar dos eventos como espectadores, interessados também nas temáticas, o que fez com que eles pudessem estar em contato com os próprios mentores do curso.

 Dessa relação, saíram até negócios!  A importância dessa participação se configura ao conceito de open innovation, ou inovação aberta, mostrando que existem contrapartidas de inovação para todos os envolvidos no projeto.

Para Pedro Waengertner, CEO da ACE,  “o profundo envolvimento dos sócios do BTG Pactual nos negócios das empresas selecionadas é característica fundamental para o sucesso do programa” .

Muitas empresas, quando buscam startups, entendem que o seu objetivo é renovar profundamente as estruturas ou produtos. No caso do BTG, o foco era outro. . Eles não buscavam otimizar recursos internos ou matar o modelo de negócio atual, mas buscavam uma oportunidade de investimento”, afirma Navarrete, responsável pela condução do programa dentro da ACE.

Na visão dele, o grande diferencial da ACE é sempre entender qual o problema das startups e conectá-las às melhores pessoas do mercado. Não é à toa que algumas das startups vieram a ACE para realizar mentorias e conversar com nossos profissionais.

Os resultados do programa

O que são as Boost Weeks?
  • “As constantes mentorias levaram à revisão de todos os nossos processos comerciais, o que nos conduziu a um crescimento de 48% desde o início do programa”, conta Carlos Ligno, CEO da Zigpay.
  • Para Rafael Coelho, CEO da AgroNow, “tivemos um crescimento de 50% da carteira de clientes graças à rede de relacionamento do Banco”.
  • Já o Dan Cohen, fundador da F(x) celebra: “Apenas em junho de 2018, 757 empresas nos acessaram, volume maior que em 2017 todo. Aumentamos em 900% o volume listado mensalmente”.
  • Para a Liber Capital, a “receita cresceu 247% durante o programa, e conquistamos 16 novos clientes”, conta o CTO Victor Stabile.

Outro ponto de destaque é a rede de relacionamentos do banco. “É o grande diferencial do Boost Lab”, diz Rodrigo Cunha, CIO da Neurotech. Essa rede, se complementar à cultura que o banco pode oferecer, é uma combinação imbatível. “É refrescante e mudou a cultura da ClickSign”, conta Marcelo Kramer, CEO da startup.

Quer participar do programa de aceleração do BTG?

>> As vagas para o 2º ciclo estão abertas até 24/08.  Se inscreva já!

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